Uma pizza teria gerado um suposto boicote do grupo O Teatro Mágico nos shows do Circuito Cultural - promovido pela Secretaria da Cultura - e das Viradas Culturais do Estado, nas cidades de Marília e Presidente Prudente. A confusão teria começado em um show realizado em Caraguatatuba (litoral norte de São Paulo), no último dia 8. O grupo se apresentou como parte das atrações do Circuito Cultural e, no camarim, foram servidos aperitivos e sanduíches de frios aos artistas.
Depois de fazer a apresentação e receber o público do lado de fora, os integrantes preferiram pedir cinco pizzas, de mussarela e calabresa, por telefone, o que teria irritado os organizadores.
"O governo do Estado nos ligou dizendo que tivemos problemas éticos e morais com a organização usando a seguinte alegação: a equipe de Caraguatatuba teria feito o buffet com muito carinho e dedicação e nós preferimos jantar pizza do que pão e patê", ironiza Gustavo Anitelli, empresário do grupo.
A ausência de gentilezas entre a organização e os artistas teria motivado não só um desconforto, como também o cancelamento de mais quatro shows do Teatro Mágico - dois no Circuito Cultural e dois na Virada Estadual.
"Como eram problemas da produção, me dispus a conversar com os organizadores, mas eles só queriam resolver se eles falassem diretamente com o Fernando, líder do grupo", conta Aniteli.
A reunião nunca aconteceu e o impasse gerou protestos dos fãs do Teatro Mágico que começaram a encher sites de relacionamentos, como o Orkut, com mensagens de indignação.
"Nos tirar desses projetos é cortar possibilidades da gente se apresentar para pessoas que não têm condições de pagar ingressos. O que machuca é esse tipo de coronelismo: 'eu sou o contratante, posso cancelar', como alegaram para mim", dispara. E adiciona: "Se fosse uma empresa privada, tudo bem, mas estamos falando de um órgão público."
Procurado pelo Terra, Luiz Vita, assessor da Secretaria do Estado, disse que existia contrato para apenas um show em Caraguatatuba e que a estrutura do Teatro Mágico era muito grande para as apresentações do Circuito e da Virada Cultural.
Aniteli, porém, diz que a afirmação não faz sentido: "Eles contrataram o Cordel do Fogo Encantado, que precisa de uma estrutura muito maior do que a nossa e a própria Virada conta com shows de grandes artistas. Eles estão mentindo descaradamente."
A Secretaria do Estado não soube responder o que difere a estrutura do Teatro Mágico do Cordel do Fogo Encantado e afirmou que as contratações da Virada Cultural do Estado ainda não aconteceram. "Não existe um veto, pode ser que os chamemos mais para frente."
Gustavo Aniteli afirma que, apesar da Secretaria negar, existiam os três contatos dos shows do Circuito Cultural e uma negociação concreta por e-mail e telefone sobre as apresentações na Virada. "Podemos provar que as conversas e o contrato existiam. Só reformulamos o primeiro contrato com o show de Caraguatatuba para podermos receber antes", finaliza.
Depois de fazer a apresentação e receber o público do lado de fora, os integrantes preferiram pedir cinco pizzas, de mussarela e calabresa, por telefone, o que teria irritado os organizadores.
"O governo do Estado nos ligou dizendo que tivemos problemas éticos e morais com a organização usando a seguinte alegação: a equipe de Caraguatatuba teria feito o buffet com muito carinho e dedicação e nós preferimos jantar pizza do que pão e patê", ironiza Gustavo Anitelli, empresário do grupo.
A ausência de gentilezas entre a organização e os artistas teria motivado não só um desconforto, como também o cancelamento de mais quatro shows do Teatro Mágico - dois no Circuito Cultural e dois na Virada Estadual.
"Como eram problemas da produção, me dispus a conversar com os organizadores, mas eles só queriam resolver se eles falassem diretamente com o Fernando, líder do grupo", conta Aniteli.
A reunião nunca aconteceu e o impasse gerou protestos dos fãs do Teatro Mágico que começaram a encher sites de relacionamentos, como o Orkut, com mensagens de indignação.
"Nos tirar desses projetos é cortar possibilidades da gente se apresentar para pessoas que não têm condições de pagar ingressos. O que machuca é esse tipo de coronelismo: 'eu sou o contratante, posso cancelar', como alegaram para mim", dispara. E adiciona: "Se fosse uma empresa privada, tudo bem, mas estamos falando de um órgão público."
Procurado pelo Terra, Luiz Vita, assessor da Secretaria do Estado, disse que existia contrato para apenas um show em Caraguatatuba e que a estrutura do Teatro Mágico era muito grande para as apresentações do Circuito e da Virada Cultural.
Aniteli, porém, diz que a afirmação não faz sentido: "Eles contrataram o Cordel do Fogo Encantado, que precisa de uma estrutura muito maior do que a nossa e a própria Virada conta com shows de grandes artistas. Eles estão mentindo descaradamente."
A Secretaria do Estado não soube responder o que difere a estrutura do Teatro Mágico do Cordel do Fogo Encantado e afirmou que as contratações da Virada Cultural do Estado ainda não aconteceram. "Não existe um veto, pode ser que os chamemos mais para frente."
Gustavo Aniteli afirma que, apesar da Secretaria negar, existiam os três contatos dos shows do Circuito Cultural e uma negociação concreta por e-mail e telefone sobre as apresentações na Virada. "Podemos provar que as conversas e o contrato existiam. Só reformulamos o primeiro contrato com o show de Caraguatatuba para podermos receber antes", finaliza.


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